domingo, 6 de novembro de 2011

Minha webquest

Introdução:

Lixo é qualquer resíduo sólido resultante das atividades humanas.
Ele pode ser classificado como orgânico e inorgânico. Quando resultante de restos de ser vivo animal ou vegetal o lixo é denominado orgânico quando resultante de material sem vida como papel, vidro, etc. é considerado inorgânico.
O lixo produzido nas ruas é formado em grande parte por embalagens, informes publicitários e jornais, e muitas vezes vai parar nos bueiros, causando enchentes e alimentando ratos e insetos que podem transmitir doenças. A solução para esse problema esta em investimento dos governos em instalações de lixeiras nas cidades e na conscientização da população.


Público:
Esta webquest destina-se aos alunos do 5°ano do ensino fundamental


Tema:

A temática abordada nesta webquest é o lixo que produzimos, sua correta destinação e reciclagem.


Tempo:

Webquest longa, com duração de 6 aulas




Tarefas:
1ª. Etapa: Apresentar a turma um material através do projetor multimídia sobre a situação do lixo na nossa cidade, a qual está gerando preocupação e transtorno a população;
2ª. Etapa: Após a apresentação e debate do vídeo dividir os alunos em grupos de 5 integrantes cada, solicitando que realizem uma pesquisa sobre o lixo, sua destinação correta e a reciclagem do mesmo;
3ª Etapa: Criação de um blog da turma onde deverá ser realizado anotações de todas as atividades e etapas deste projeto, acompanhado de fotos e vídeos de conscientização;
4ª. Etapa: O trabalho deverá ser entregue em forma escrita;
5ª. Etapa: Enviar para o e-mail da turma o trabalho escrito, ao final da apresentação oral (apresentação em formato Microsoft PowerPoint);
6ª. Etapa: Após a entrega escrita e apresentação oral, os grupos em sala de aula construíram um material informativo que será distribuído em toda a escola, com informações sobre essa temática em nosso município e com sugestões de reciclagem;
7ª Etapa: Os alunos organizarão oficinas de reciclagem de lixo, onde conscientizarão aos demais alunos do educandário e divulgarão o material informativo previamente preparado.


Avaliação:

A avaliação se dará durante o decorrer de todo o projeto e, através das anotações da professora, do desenvolvimento das atividades pelos alunos, do interesse e dedicação dispensados as mesmas, desenvolvimento das tarefas extraclasse e resolução das atividades em sala de aula.


Conclusão:

É necessário que toda a sociedade colabore e participe da construção de uma mudança de mentalidade e conseqüentemente de hábitos em relação à problemática do lixo. Tal conscientização não se dará de um dia para outro, mas ganhará forças com o empenho e envolvimento de todos.


Endereço da minha webquest:
http://www.webquestbrasil.org/criador2/webquest/soporte_derecha_w.php?id_actividad=6635&id_pagina=5

sábado, 29 de outubro de 2011

NATUREZA E SOCIEDADE

No intuito de oportunizar aprendizagens através do ambiente que nos cerca, podemos realizar atividades como:
- Passeios observando a diversidade;
- Observar os animais, as plantas, os rios e o lixo;
- Ensinar a criança a se vestir de acordo com o clima.

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

Estimular o uso da linguagem oral e escrita, desenvolvendo a oralidade e estimulando a leitura e escrita.

- Conversar com as crianças utilizando a fala de forma clara, sem infantilizações;
- Cantar;
- Escutar histórias lidas em voz alta pelo professor;
- Pedir para as crianças que recontem a história.


Educação infantil - as crianças vêem e imitam

     Esse vídeo para mim vem ao encontro da idéia que somos um espelho para nossas crianças e que a nossa turma tem a nossa cara, pois eles nos imitam e brincam de faz de conta que são a professora.
     Se queremos colher bons frutos, precisamos plantar boas sementes.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

MOVIMENTO

 Sugestões de atividades para desenvolver o movimento:
- dançar;
- subir e descer obstáculos;
- jogar bola;
- brincar com bambolês;
- engatinhar;
- saltar;
- correr;
- pular amarelinha;
- pular corda;
- organizar circuito.

MÚSICA

Através da música desenvolver a expressão corpora, oral e a distinção de diferentes tipos de sons.
Podem ser desenvolvidas atividades como:
- ouvir sons do ambiente;
- produzir sons com o próprio corpo;
- ouvir e cantar diferentes ritmos musicais;
- manipular e tocar os instrumentos da bandinha;
- brincar de rodas cantadas;
- dança das cadeiras.

ARTES VISUAIS

            No intuito de incentivar e oportunizar que as crianças explorem diversos materiais desenvolvendo sua imaginação criadora os educadores podem desenvolver atividades como:
- Massa de modelar;
- Trabalhos com argila;
- Jogos de encaixe e empilhar;
- Desenhos livres com materiais diversos, pintura com tinta, lápis de cor ou giz de cera;
- Contação de histórias com imagens;


APRENDIZAGEM EM ATIVIDADES ORIENTADAS

Os educadores da educação infantil precisam sempre estar atentos pois atividades de aprendizagem orientadas dependem de uma intervenção do professor e permite que as crianças trabalhem com diversos conhecimentos.
Estas atividades devem ser baseadas não apenas no interesse do professor, mas no interesse e na resposta das crianças.
Para isso o professor deve conhecer as crianças e suas peculiaridades, adaptando as atividades à faixa etária, respeitando suas individualidades e diferenças.
O educador deve sempre considerar os conhecimentos prévios das crianças e estimulá-las a ampliá-los com novas aprendizagens.
São áreas do conhecimento trabalhadas com as crianças: artes visuais, linguagem oral e escrita, natureza e sociedade, movimento e música

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A brincadeira com objetivo pedagógico

Achei bem interessante esse vídeo e esclarecedor às pessoas que tem dúvidas ou que as vezes querem presentear com um brinquedo a um sobrinho ou afilhado.

Projeto: Identidade – Explorando o Nome

·         Objetivos:
Possibilitar a construção da identidade da criança a partir das relações sociais, de forma autêntica, consciente e contextualizada. Que cada aluno se veja como um ser único, com características próprias e com seu nome.

  • Justificativa:
As crianças vêem o mundo de um jeito especial e muito próprio. É a partir das relações, da família, do círculo de novos amigos na escola que elas vão aprendendo a se relacionar, se conhecerem e reconhecerem seu próprio nome. Cabe à Educação Infantil possibilitar através do lúdico, do pedagógico e do imaginário da criança a compreensão do mesmo, através destas atividades colaborando na formação deste ser humano, possibilitando, no processo inicial de escolarização, o reconhecimento, pela criança, da sua própria história de vida.

  • Público a ser Envolvido (Série/ano): Maternal

  • Mídias e Tecnologias a serem utilizadas: Cd, livros, revistas, mural, internet, máquina digital


  • Proposta Preliminar das Etapas/Ações a Serem Realizadas:
- Roda de conversa para saber os nomes – apresentação da brincadeira “a canoa virou” para memorização dos nomes.
- Contação de uma história destacando a importância de usar o nome para dirigir-se ao personagem da mesma e após realizar um desenho livre da mesma.
- Manuseio e recorte de revistas com diferentes crianças, para podermos observar que uns são diferentes dos outros, confeccionando um mural coletivo após.
- Realizar um questionário junto aos pais solicitando o porque foi escolhido esse nome, quem escolheu, e solicitar aos pais uma foto da criança com os mesmos e os demais irmãos.
- Construir um mural com essas fotos e colocar o nome da criança junto a foto para que eles vão identificando seu nome e ainda cada um pode se diferenciar dos demais e perceber-se como membro de um grupo.
- Pesquisar na internet o significado de cada nome e sucintamente falar as crianças e anotar para os pais na agenda escolar.
- Encher balões coloridos e colocar o nome de cada criança nos mesmos, realizar atividades com essas bexigas e ao final auxiliar os alunos a localizar seu nome e levar as mesmas para casa.
- Confeccionar uma caixa surpresa, colocando no fundo um espelho colado, o professor dirá as crianças que tem uma coisa especial lá dentro, então cada um pode se olhar e se observar com calma.
- Colocar junto ao gancho onde prendem as mochilas o nome de cada criança e a sua foto, pois os mesmos só estão se familiarizando com o nome e identificarão a princípio o local pela sua imagem.
- Fazer o mural do ajudante do dia onde cada dia uma criança será escolhida para essa função.

  • Período de Realização: 2 semanas

Trabalhando com projetos

É de grande valia a aprendizagem por meio de projetos, pois busca superar as práticas tradicionais, fazendo com que o aluno seja parte do processo ensino-aprendizagem, o conhecimento passa a ser medido pelo modo de ensinar do educador e a capacidade de aprender dos alunos, todos integrados num mesmo processo, dinâmico, formando sujeitos autônomos, preparando os para a vida e o mundo, com capacidade de pensar e ter posicionamento perante as idéias apresentadas.
As atividades com projetos são de grande valia para toda a comunidade escolar, fazendo com que se revisem os conhecimentos prévios, pesquise, troque idéias com os colegas e trabalhe a interdisciplinaridade. Definindo metas, traçando objetivos, explicando a todos os envolvidos no processo o porquê, o quando e o para que serve cada atividade desenvolvida. Instigam todos os envolvidos a investigação, a responsabilidade e a iniciativa entre muitos outros valores.
Quando do planejamento e execução de um projeto deve ser considerado os conhecimentos prévios do grupo, traçando objetivos claros e concisos entre esses conhecimentos e o que buscamos alcançar, bem como não pode ser esquecido das diversas áreas do conhecimento que pode ser alcançado por meio deste. O professor deve estar preparado para os questionamentos e estimular a criatividade e a curiosidade das turmas, oportunizando novas propostas de aprendizagens.
Uma vez que se busca por alunos críticos, com opiniões sobre o que estão trabalhando, necessita-se de professores preparados, sendo que os mesmos devem ter conhecimento do projeto pedagógico e dos recursos a serem utilizados no mesmo. A participação nos projetos é um ato coletivo e necessita do envolvimento e a colaboração de toda a comunidade escolar.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Criando seu próprio brinquedo

Quando a criança passa a exercer papel social dentro da escola, muitas de suas experiências são novamente vivenciadas dentro das brincadeiras. Em cada brinquedo sempre se esconde uma relação educativa.

Ao fazer seu próprio brinquedo, a criança aprende a trabalhar e a transformar elementos fornecidos pela natureza ou materiais já elaborados, constituindo um novo objeto, seu instrumento para brincar. Outras vezes, ela se aproveita de artigos nem de longe concebidos como brinquedo, adaptando-se às suas necessidades e experiências lúdicas (OLIVEIRA, 1984, p.84).

O ato de brincar é inato na criança. Enquanto brinca, a criança faz evoluir a imaginação, cria situações, se entrega deixando-se levar pela emoção da brincadeira que consiste em estar a meio caminho entre a magia e a realidade. Como podemos falar em brincar em um mundo produtivo, voltado aos interesses lucrativos da ciência e da tecnologia? Para aonde vai à infância de nossas crianças? Perguntas como essas inquietam a vida de muitos educadores, e o lúcido, pode tornar-se a salvação.
Vindo de encontro a idéia de Oliveira, na escola onde trabalho uma professora desenvolveu um projeto muito interessante: "Sucata, Criatividade e Diversão", onde através do material reciclado se pode desenvolver muito as capacidades das nossas crianças, deixando que cada uma confeccione seu próprio brinquedo com suas características e preferencias.
A seguir posto algumas fotosdo referido projeto e no blog da nossa escola encontram-se outras a disposição.<http://emeimagicodeozmarau.blogspot.com/>





A criança aprende por intermédio da interação com o ambiente e esta interação também é realizada com o ato de brincar. A falta de brincadeira pode deixar sequelas, como dificuldades em se relacionar, medos e outras ainda mais graves.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Brinquedo no Cotidiano Escolar

    
      O brinquedo é oportunidade de desenvolvimento. As situações problemas contidas na manipulação de jogos e brincadeiras fazem a criança crescer através da procura de soluções e de alternativas. 
      Brinca-se, joga-se para dominar angústias e controlar impulsos, assimilando emoções e sensações, para estabelecer contatos sociais, compreender o meio, satisfazer desejos, desenvolver habilidades, conhecimentos e criatividade.
      A brincadeira para a criança é a melhor maneira de comunicação, um meio para perguntar e explicar, instrumento que ela tem para se relacionar com outra criança.  Quando toda a criança, indiscriminadamente, puder brincar em espaços alternativos, com equipamentos diversificados, estará se atingindo o principal objetivo que é o fazer com que ela incorpore sua essência e constitua-se num sujeito mais inteligente e social.

sábado, 22 de outubro de 2011

Importância do Brincar na Educação Infantil

Teoria do desenvolvimento e da aprendizagem

Várias são as teorias do desenvolvimento e da aprendizagem.  O desenvolvimento humano, o aprendizado e as relações entre desenvolvimento e aprendizado são temas centrais nos trabalhos de Vigotsky e Piaget.
Para o suíço Jean Piaget, o processo de construção do conhecimento ocorre em etapas, que evoluem progressivamente por meio de estruturas de raciocínio que surgem com base em um mecanismo de adaptação do organismo a novas situações.  É, portanto, pelas próprias experiências que a criança constrói seu conhecimento – concepção que originou o famoso termo “construtivismo”.
Segundo Piaget Apud Correa (2008), o desenvolvimento mental da criança começa ao nascer e termina na idade adulta.  Todo esse processo passa por quatro estágios.  São eles: a - Estágio Sensório Motor (de 0 a 2 anos), b- Estágio Pré-operacional (dos 2 aos 7 anos), c- Estágio Operacional-concreto (dos 7 aos 12 anos), d- Estágio Operacional-formal (dos 12 anos até a idade adulta).  O teórico afirma que a aprendizagem acontece por meio de três processos: Adaptação, Assimilação, Acomodação.  Cada um dos estágios, bem como dos processos ocorre de forma organizada e evolutiva.  É preciso que a criança supere, com sucesso, todos os níveis para que possa adquirir o conhecimento na sua totalidade.  Para isso, é preciso que esses processos sejam influenciados pelos seguintes fatores: Maturação, Exercitação, Aprendizagem Social, Equilibração.  Tudo isso ocorre através de estruturas mentais chamadas esquemas.
Para Piaget Apud Maia (2007), a aprendizagem é um processo limitado a um problema ou uma situação, sendo provocada por situações diversas, já o conhecimento, o conhecer, estaria relacionado a ação sobre o objeto.  Seria modificar, transformar o objeto, compreendendo esse processo de transformação.
Piaget Apud Correa (2008), propõe um ensino a partir do que o aluno já sabe, acrescentando novos conceitos aos já existentes e propondo uma nova forma de vê-los.  Assim acredita ele teremos cidadãos pensantes e críticos.
Sob a luz do teórico, Jean Piaget, teórico que embasa o fazer pedagógico da maioria dos profissionais em educação infantil, a ludicidade é uma ferramenta pedagógica exercendo uma função fundamental para o desenvolvimento da criatividade, iniciativa e autonomia, como também para a apropriação dos diversos saberes produzidos, historicamente, pela humanidade.  Diz ainda que a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança, sendo, por isso, indispensável a prática educativa.
O Russo Lev Vygotski defendeu uma teoria sociocultural do desenvolvimento, para ele, é nas relações pessoais que o ser humano se constrói, é por meio dela que o indivíduo internaliza os elementos da cultura.  A aprendizagem impulsiona o desenvolvimento e, portanto o professor tem o papel de interferir, propondo desafios, desencadeando avanços e estimulando a interação entre as crianças, ele entende que o desenvolvimento é fruto de uma grande influencia das experiências do individuo.
Vygotsky diferentemente de Piaget, considera que o desenvolvimento ocorre ao longo da vida e que as funções psicológicas superiores são construídas ao longo dela.  Ele não estabelece fases para explicar o desenvolvimento, ao contrário de Piaget, que explica o desenvolvimento por meio de fases. Pois para ele o sujeito não é ativo e nem passivo, ele é interativo.
Para Vygotsky Apud Correa (2008), a criança precisa conhecer socialmente todos os eventos existentes no mundo para internaliza-los.  Quando ela fizer isso e passar a ter processos interpessoais, terá aprendido.  Não podemos deixar de perceber o papel dos interlocutores nesse processo.  Nesse sentido as construções do conhecimento e a linguagem são mediados pelo outro ser social seja ele um indivíduo, o ambiente ou o objeto que cerca a criança.
Conforme vemos em Vygotsky Apud Maia (2007), ele introduziu os conceitos de Zona de Desenvolvimento Proximal e Zona de Desenvolvimento Real, que tem relação direta com o processo educativo: O desenvolvimento real caracteriza o desenvolvimento mental retrospectivamente, enquanto a zona de desenvolvimento proximal caracteriza o desenvolvimento mental prospectivamente.
O grande pensador Vygotsky defende a ludicidade nas salas de aula.  Ele assegura que as maiores aquisições  de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu nível básico de ação real e moralidade.
Moro e Silva (2003) reiteram as idéias acima quando colocam que é necessário romper com o mito do jogo natural e sua origem exclusivamente biológica, pois a criança desde que nasce está imersa em um contexto social, no qual irá aprender a jogar, a brincar.

“O jogo e a brincadeira infantil são, portanto, um produto cultural, resultante das relações interindividuais.” (MORO; SILVA, 2003, p.51).

Por meio das brincadeiras os professores podem observar e construir uma visão dos processos de desenvolvimento das crianças, registrando suas capacidades de uso das linguagens, assim como de suas capacidades sociais e de recursos afetivos e emocionais que dispõem.

Referencias Bibliográfica

CORREA, Vanessa Loureiro. Desenvolvimento da Linguagem Humana / obra organizada pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA).  Curitiba: IBPEX, 2008.

MAIA, Christine Martinatti. Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem / obra organizada pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Curitiba, IBPEX, 2007.

MORO, Catarina de Souza; SILVA, Paulo Vinícius da. Fundamentos históricos e culturais da infância no Brasil. Curitiba: IBPEX, 2003.